A surpreendente máquina é usada, normalmente, para separar os componentes do sangue. "Resolvemos adaptá-la para o uso em cirurgias porque estávamos preocupados em diminuir as transfusões, devido aos riscos que elas encerram", conta o hematologista Leonel Szterlíng, um dos diretores do banco de sangue do Einstein. O equipamento é usado em cirurgias cardíacas, vasculares, de fígado, ginecológicas, neurológicas e ortopédicas. Todo o material empregado é importado e descartável. Para o bolso do paciente, o uso da máquina equivale ao custo de três transfusões de sangue (ou 150 mil cruzados, a preços de agosto).
Revista Super Interessante n° 013
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