Em 1889, o jornalista João do Rio escreveu sobre o costume
de tatuar o corpo, comum entre os negros. Os escravos não imprimiam frases
exigindo liberdade ou o fim da escravidão. Pelo contrário. Segundo João do Rio,
as tatuagens mais comuns eram de santas. E até de quem mais lhes oprimia: a
Coroa Real Portuguesa.
Aventuras na História n° 020
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