As autoridades paulistas entraram em apuro numa tarde de 1620: o ouvidor-geral português visitaria a vila, e não havia nenhuma cama para acomodá-lo. A solução foi confiscar a cama de um carpinteiro, o único homem da cidade que não dormia em rede ou no chão. Depois da visita, o injustiçado recusou-se a aceitar o móvel de volta. Moveu uma ação de indenização que durou sete anos. Não se sabe que fim o processo levou.
Revista Aventuras na História n° 010
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