Os cientistas supõem que exista uma espécie de aprendizado pré-natal, de modo que, imitando os hábitos alimentares da mãe, os ratinhos teriam aumentadas suas chances de sobrevivência. O feto conseguiria perceber os cheiros graças às moléculas odoríferas dissolvidas no sangue da mãe, que atravessa a placenta. Não se trataria, portanto, de uma questão de hálito. Resta saber se outras comidas podem produzir o mesmo efeito.
Revista Super Interessante n° 013
Nenhum comentário:
Postar um comentário