Seiscentos mortos, milhares de mutilados e três meses de
prejuízos à economia de São Paulo. Esse foi o saldo da Revolução
Constitucionalista de 1932, movimento que entrou para a história como capricho
de um povo que queria se separar do Brasil. Apoiado em cartas de diplomatas
estrangeiros e numa vasta iconografia dos arquivos do jornal O Estado de São
Paulo, o livro O Brasil Se Revolta (Terceiro Nome), de José Alfredo Vidigal
Pontes, explica os antecedentes, a deflagração e a derrota dos paulistas contra
Getúlio Vargas.
Aventuras na História n° 020
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