domingo, 10 de fevereiro de 2013

Vôo solitário ao buraco de ozônio


Cientistas da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, preparam um avião guiado por controle remoto para penetrar no buraco da camada de ozônio a fim de estudar as reações químicas que ali acontecem.
A partir do próximo ano, um avião desenvolvido por cientistas da Universidade americana de Harvard fará viagens ainda mais solitárias que a do navegador brasileiro Amyr Klink ao extremo sul do planeta. O protótipo, destinado a pesquisar o buraco na camada de ozônio sobre a Antártida terá uma fuselagem de materiais compostos leves e resistentes, como o grafite, será alimentado por baterias e enviado por controle remoto da base de McMurdo a altitudes superiores a 26 mil metros. Os aviões pilotados não sobem além de 20 mil metros, enquanto os balões embora subam, não conseguem ficar ali o tempo suficiente para reunir dados sobre as reações químicas de longa duração eventualmente cúmplices da destruição do ozônio.

Revista Super Interessante n° 032

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