Segundo a primeira teoria, as diferenças étnicas existentes hoje na população humana teriam se originado há milhões de anos - a idade dos homens mais antigos é estimada em 5 milhões de anos. Na segunda, essas diferenças seriam recentes, posteriores à migração do homo sapiens sapiens, há uns 100 mil anos. Agora, a biologia molecular traz um forte argumento a favor do segundo modelo. Examinando o material genético de populações de vários continentes, os pesquisadores notaram diferenças muito pequenas. Isso indica que o processo de diferenciação é de fato recente, não mais que os 100 mil anos propostos pelos partidários da "arca de Noé".
Revista Super Interessante n° 003
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