Marcelo Bezerra da Silva e Márcio José Pinheiro
Na Mesopotâmia, região do atual Iraque, há 3400 anos já existiam
artefatos destinados a proteger a cabeça dos reis - contra o sol, não contra a
chuva, uma raridade naquele lugar. Assim como os abanos, eram feitos de folhas
de palmeiras, plumas e papiro. No Egito, adquiriram significado religioso e na
Grécia e em Roma eram tidos como artigo exclusivamente feminino. Só no século
XVIII a obstinação o comerciante inglês Jonas Hanway, um apaixonado por
guarda-chuvas (versão inglesa do guarda-sol tropical), conseguiria torná-los
dignos também de um gentleman. Embora
ridicularizado em vida, após a sua morte, em 1786, os ingleses aceitaram sair à
rua munidos do acessório nos sempre
frequentes dias de chuva do país.
Revista Super Interessante n° 031
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